Adoniran Barbosa

João Rubinato, que cedo se desobrigou dos estudos, viveu a infância e parte
da juventude em busca de melhores condições de vida e passou a trabalhar
em diversas profissões mal remuneradas, para posteriormente,
 já com o pseudônimo de Adoniran Barbosa, ganhar o mundo humorístico do Rádio e,
 depois, sagrar-se um dos maiores compositores brasileiros.
A partir dos anos 1950, Adoniran sentiu que seria capaz de fazer, e muito bem,
o que antes ninguém havia tentado: reproduzir na canção o que se passava em seu ambiente,
com precisão e sutileza. Nascido em Valinhos, em 6 de agosto de 1910,
faleceu vitimado por uma parada cardíaca, no dia 23 de novembro de 1982, aos 72 de idade

Com carinho, como as cordas do cavaquinho
  para
Ermitão

Abrigo de vagabundos
(Clara Nunes)
Acende o candeeiro
Apaga o fogo Mané
(Demônios da Garoa
)
Agüenta a mão, João

As mariposas
 Bom dia, tristeza
(Roberto Ribeiro)
Despejo na favela

Iracema
(Clara Nunes)
Joga a chave
Mulher, patrão E cachaça
No morro da casa verde
Nós viemos aqui prá quê?
O Casamento do Moacir
 O samba do Arnesto
Prova de carinho
(Demônios da Garoa)
Provérbios
(Rolando Boldrin)
Saudosa maloca
(Demônios da Garoa)
Samba Italiano
Tiro ao Álvaro
(Elis Regina)
 Trem das onze


Adoniran Barbosa & Clementina de Jesus
Torresmo à milanesa





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